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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Tsarkoe Selo - Palácio de Catarina - parte 3

O parque era grande mesmo, continuamos a nossa caminhada.
No meio do caminho tinha uma escultura, tinha uma escultura no meio do caminho. Resolvi entrar no meio dela.



Avistamos uma torre, havia algumas garotas e rapazes la em cima, conversando, fazendo brincadeiras e apreciando a vista. Resolvemos subir também para ver a vista e tirar algumas fotos. Após apreciarmos a vista, descemos e apreciamos também a vista da torre lá de baixo. Outra escultura bacana estava ao lado da torre, dois cavaleiros, um deles era uma caveira. Obra muito bem feita. Ao continuarmos a caminhada percebi que uma foto da torre, da escultura e da pontezinha que havia ali do lado, ficaria boa, pelo menos eu achei que sim.






Voltando à caminhada, mais jardins, laguinhos, e construções. Desta vez, avistamos às margens de um dos lagos, uma casa, meio em estilo chinês, japonês, não sei ao certo. Logo mais à frente, um jardim enorme, com colunas romanas. Uma coisa é certa, a excentricidade de Catarina estava à flor da pele, e ela atirava para tudo que é lado, romano, egípcio, russo, japonês, etc.







Resolvemos ir ao banheiro, 20 rublos. Mas é limpinho e cheiroso, tem até água quente nas torneiras.
Chegamos no final da visita ao parque. Passamos novamente em frente ao palácio e saímos. Resolvemos dar a volta por trás do palácio e tirar mais fotos.

















Tsarkoe Selo - Palácio de catarina - parte 2

Fomos seguindo o mapinha fotográfico em nossa câmera. O parque é realmente muito bonito.
Encontramos primeiramente o hermitage do palácio, um prédio muito bonito. Acho que aqui eram dadas as festas.





Continuamos andando pelo parque, o nosso dia seria todo ali. Muitos jardins, grandes áreas gramadas, lagos, construções, monumentos e estátuas foram sendo encontradas e apreciadas por nós.





Como ninguém é de ferro, a fominha bateu e decidimos comer um delicioso e já conhecido milho verde das barraquinhas e uma coca-cola. O milho aqui é muito doce e macio. As pombas nos acompanharam.



Bem em frente de onde a gente estava comendo o milho verde, havia umas esculturas reproduzindo um quadro. Mais a frente um trabalho do mesmo tipo. Uma bela obra de arte, tanto o quadro quanto a reprodução em esculturas de bronze.






No grande lago, havia um monumento e uma construção no meio dele, uma casa muito bonita à sua beira, uma capela e uma ponte toda de mármore, muito linda. Até uma pirâmide nós encontramos, não sei por que uma pirâmide ali, mas, enfim, coisa de rico excêntrico.












Tsarkoe Selo - Palácio de Catarina - parte 1

Chegamos na cidade de Pushkin, estação Detskoe Selo.








Fomos para o ponto de ônibus a fim de chegar ao Palácio de Catarina. Pegamos um dos ônibus indicados pelo rapaz do ponto de informações turísticas de St. Petersburgo, fomos apreciando a vista pela janela, sem saber ao certo se estávamos certos ou não. Aliás, desde que saímos do hostel para esta visita, nada foi na certeza, mas, afinal de contas, para que a certeza, não é mesmo?


Acabou que passamos do ponto onde deveríamos descer, mas não estávamos preocupados, era só voltar no mesmo ônibus. Foi o que aconteceu, chegamos no ponto final do ônibus, então fui dizer ao motorista: "Catarina Palace", o motorista fez um gesto com o braço indicando que o palácio havia ficado lá atrás. Pagamos novamente sem descer do ônibus e voltamos todo o caminho.

Descemos no local certo e fomos andando. Na verdade, é um parque enorme e o palácio fica dentro do parque. Este parque era o jardim do palácio. Pagamos 100 rublos cada um para entrar. A guarda do parque nos informou que só o parque estava aberto, o palácio não. Tudo bem, já que não queríamos entrar no palácio mesmo, apenas tirar fotos e estar ali, babando.





Fomos passeando pelo parque até encontrar o Palácio de Catarina, o prédio foi um dos prédios mais atingidos pelos alemães na guerra e está em reconstrução até hoje.

A imponência e a beleza deste palácio é de calar a boca de qualquer um. Suas paredes azuis com molduras brancas nas janelas, os rococós dourados e o jardim com suas esculturas formam uma impressionante obra de arte, belíssima.





Este era um dos lugares que eu fazia questão de visitar, desde o Brasil quando eu vi nos guias e pela internet. Valeu a pena cada passo dado para chegar até aqui.





Encontramos um mapa do parque, instalado como um outdoor, tiramos uma foto dele e fomos seguindo olhando na câmera fotográfica. Para que mapinha de papel?


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